Artigo - 7 técnicas para se concentrar nos estudos




1. Antes de começar, separe 10 minutos para se divertir

Ainda que você adore matéria que está estudando, não faltam atividades bem mais interessantes do que ler a apostila. Se você costuma interromper a sua concentração para satisfazer o desejo de ver as notícias do dia, assistir a vídeos engraçados ou escrever algo nas redes sociais, faça isso antes de começar a sua sessão de estudos.

Segundo Saade, esse truque simples ajuda a saciar a sua inquietação e relaxar. Só cuidado para não exagerar: basta passar os 10 primeiros minutos do dia dessa forma. Terminado esse prazo, é hora de interromper as distrações e se dedicar exclusivamente ao estudo.

2. Divida o tempo em blocos

Estudar para uma prova difícil sempre será uma experiência intensa, mas não necessariamente exaustiva. Talvez você tenha dificuldade para se concentrar porque se cansa rapidamente. A dica é fragmentar o trabalho em pedaços mais digeríveis.

“Faça sessões de 30 minutos, por exemplo, nas quais você vai mergulhar totalmente no que está fazendo”, diz Saade. “Terminado esse prazo, levante e vá respirar um pouco, beber água, fazer algo leve”.

3. Transforme frases em palavras-chave

Além de dividir o tempo em blocos, você também pode recortar o conteúdo a ser estudado em pequenos fragmentos. Ao elaborar um resumo, evite frases ou parágrafos — prefira palavras-chave, esquemas e listas no estilo “bullet points”.

A organização da escrita em pedacinhos facilita a vida dos dispersivos, principalmente na hora de reler tudo. Segundo Saade, é mais rápido ler palavras-chave, e também mais estimulante: você precisa ativamente pensar no nexo entre as ideias, o que exige mais do cérebro e limita a margem para divagações.

4. Prefira o exercício à teoria

De acordo com Paulo Estrella, diretor pedagógico da Academia do Concurso, a melhor forma de manter a concentração é tornar as sessões de estudo mais rápidas, curtas e dinâmicas. Para isso, a recomendação é reduzir o volume de leituras e concentrar os seus esforços nos exercícios.

“Dê uma lida geral no conteúdo, mas não passe muitas horas debruçado no livro”, recomenda ele. “Assim que tiver uma ideia da teoria, parta para a resolução de provas de anos anteriores, e vá fixando os conceitos a partir dos seus erros e acertos”.

5. Descubra o seu estilo de aprendizagem

Se você tem facilidade para memorizar coisas a partir de um estímulo visual, pode ser interessante elaborar mapas visuais, diagramas e figuras sobre a matéria. Caso se dê melhor com resumos escritos à mão, prepare o lápis e a caneta. Tem um perfil auditivo? Vale mais gravar a sua própria voz dando uma “aula” sobre o assunto e depois escutá-la. 

O importante, diz Estrella, é descobrir qual é o método de aprendizagem que mais combina com o seu modelo mental. Quando você encontra o seu próprio estilo, a compreensão dos conceitos fica mais fácil e rápida. Resultado: o estudo se torna mais estimulante e as distrações perdem (pelo menos em parte) o seu potencial de sedução.




6. De tempos em tempos, retome o conteúdo

A cada 20 minutos de estudo, sugere Piscitelli, faça uma rápida anotação ou gravação de voz sobre os aspectos mais relevantes do que acabou de ler, isto é, uma breve recapitulação do que foi visto.

Além de garantir que você não vai se dispersar, fazer essas retomadas periódicas ajuda a fixação da matéria. “Ao final da leitura, reveja os seus registros de todos os blocos de 20 minutos, e verá como está muito mais familiarizado e seguro com o conteúdo”, diz a consultora.

7. Tenha uma programação

Uma boa forma de manter o foco é ter um roteiro dos temas que você precisa estudar, com uma previsão da carga horária necessária para cada assunto. Mas atenção: ao longo do dia, gerencie o cumprimento das metas como compromissos realmente inadiáveis.

Mas como garantir que você vai respeitar a sua “check-list”? O segredo é ter um propósito para o estudo. No “estado de flow”, conceito desenvolvido pelo psicólogo Mihály Csíkszentmihályi, nossa concentração se torna absoluta quando estamos num estado emocional positivo, isto é, quando a experiência é prazerosa. “Só podemos entrar em ‘flow’ quando o estudo vai além do racional e envolve crenças e valores, isto é, quando tem um significado para nós”, resume Piscitelli.

Bonus
Alterne as formas de estudo. Depois de longos periodos de leitura ou video-aulas, faça uma pausa de pelo menos 10 minutos e troque de método. Seja simulados ou revisar suas anotações. Ao efetuar simulados, anote as questões erradas, dessa forma saberá qual trecho do material precisa revisar. 


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Fonte: Exame







Renda Fixa - um papo rápido




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Aprendendo e ensinando com mais 68 mil pessoas?
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Ensinar o que sabemos, mesmo quando ainda consideramos pouco, é uma forma de agilizar o aprendizado pois muitas vezes surgem dúvidas mais criativas que as nossas. Só clicar na figura: 




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5 Livros para melhorar sua visão de finanças

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Everybody Lies; Big data, new data and what internet can tell us about who we really are – Stephens-davidowitz
O livro é super atual. Publicado neste ano, traz inúmeros exemplos sobre o comportamento humano, desconhecidos até aqui, e bastante surpreendentes. O autor, um economista que estudou em Harvard, e trabalhou por algum tempo no Google, usa bases de dados até há pouco indisponíveis, e aborda temas diversos. Exemplos? Comportamento racista, terrorismo, sexo, publicidade, entre outros. Enfim: Seth afirma que é da natureza humana mentir. E daí? Bem, para os economistas, isto é fundamental. Pessoas reagem a incentivos, e conhecer as reações aos incentivos se torna essencial. Aquilo que buscamos na internet, por exemplo, releva mais do que se imagina a princípio. Afinal, sozinhos, frente à tela do computador, somos mais verdadeiros, nós mesmos. Bem-humorado, o livro de Seth traz à tona a dificuldade em fazer previsões, e incorporar o comportamento humano nos “modelos”. Ainda mais difícil é defender a racionalidade das pessoas. Ainda não terminei de ler, mas recomendo, sem dúvidas. Em breve, deve sair uma tradução ao português.






A jogada do século – Michael Lewis
Lançado em 2010 nos EUA e em 2011 no Brasil, a obra de Lewis, que logo entrou para a lista de best-sellers do New York Times, é uma narrativa instigante sobre o colapso financeiro de 2008. O autor constrói uma crônica muito bem articulada através de personagens reais, diretamente envolvidos na crise iniciada dentro do mercado subprime nos EUA. Ele é capaz de contar essa história vivida por tantas pessoas, a partir de um novo ângulo, prendendo a atenção do leitor. É uma leitura que recomendo para qualquer um que tenha interesse em entender a maior crise do mercado financeiro, entendendo, ou não, o que é um “CDS”.











Rápido e Devagar; Duas formas de pensar – Daniel Kahneman
Você acha que no Brasil há mais casos de adultério envolvendo médicos ou políticos? Aposto que você rapidamente respondeu a segunda opção, graças aos estereótipos profissionais que conhecemos, sem considerar dados estatísticos importantes, como o fato de termos muito mais médicos do que pessoas ocupando cargos políticos em nosso país. Esse é só um exemplo das “pegadinhas” do nosso cérebro, que Daniel Kahneman explica em “Rápido e Devagar: Duas formas de pensar”, e que estão presentes em nossos processos de tomada de decisão, incluindo aqueles relacionados a dinheiro. Ganhador do Nobel de Economia em 2002 é fácil descobrir porque o autor foi premiado pelo livro. Com linguagem simples e muitos exemplos, Kahneman desconstrói página após página a ideia de que somos racionais quando pensamos em nossas finanças e assim, coloca em nossas mãos informações que nos ajudam a fazer escolhas melhores e a entender um pouco mais como funciona nosso cérebro, é claro.





A riqueza da nação no século XXI – Bernardo, O Guimarães.
No clima de Fla-Flu de debates político e econômico ainda há quem seja pragmático e olhe para os resultados independente de qual grupo aquela política tenha vindo. É o caso de Bernardo Guimarães, professor de EESP/FGV. Em seu livro “A Riqueza da Nação do Século XXI” ele sai da visão dicotômica de luta de classes. Bernardo procura explicar em sua obra “o que traz prosperidade ao país como um todo”, assim como faz a obra “A Riqueza das Nações”, de Adam Smith, título e obra no qual Bernardo se inspirou. Aborda questões como: a lei do conteúdo nacional, a política de campeões nacionais do BNDES e como são determinados os salários de uma economia. Leitura obrigatória para quem quiser sair do senso comum da mídia tradicional.





O andar do bêbado: como o acaso determina nossas vidas – Leonard Mlodinow
Recomendaria este livro (e de fato assim o faço) não apenas a economistas, matemáticos ou qualquer outro profissional com noções de estatística. Como Mlodinow bem coloca já no início de sua obra e demonstra magistralmente ao longo de todo o livro, o ser humano não está preparado para lidar com o acaso. Na verdade, os eventos aleatórios, apesar de determinantes em todas as esferas de nossas vidas, geralmente são mal interpretados por uma grande parcela da população e mesmo de profissionais entendidos do tema. Com exemplos que vão desde casos clássicos de Hollywood e do mundo esportivo até aplicações no direito e no mercado financeiro, o livro aborda conceitos de probabilidade e estatística de uma maneira leve, mesclando com trechos da história da matemática, e instigando mesmo os já familiarizados com o tema.







FII - Fundos imobiliários - estudo gratuito


Confira o documento "UM ESTUDO SOBRE OS FIIS FAVORITOS DOS USUÁRIOS DO CLUBE FII", elaborado por Roni Antônio Mendes.

Gratuito para todos usuários!

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Autor do livro "Fundos de Investimento Imobiliário: Aspectos Gerais e Princípios de Análise", lançado recentemente pela editora Novatec, Roni Antônio Mendes também conhecido como @Rockblues no nosso fórum, exibe o resultado de seu estudo completo de sua pesquisa realizada no nosso fórum do Clube FII.

Aproveite, o relatório é gratuito para todos os usuários cadastrados no Clube FII!


Como é a escolha de bons ativos sem boas ferramentas:



Mas o que é um fundo Imobiliário?



Entenda o que o portal oferece: 




Preciso de muito para começar?   

Diferente das ações, os FII não possuem lote minimo, com isso é possível começar com baixos valores como R$ 100 ou R$ 200. Conseguirá diversificar e montar uma carteira com 4 imoveis com menos de R$ 1000.




Mas e os custos?  


Costumava ser um problema para o investidor que quisesse começar com baixos valores. Os custos são a taxa de corretagem (operação de compra ou venda do ativo em bolsa) e custódia mensal (custo ligado ao armazenamento de seus ativos na bolsa). 
Hoje em dia existe algumas corretoras que passaram a isentar os investidores desses 2 custos. Nosso blog fez uma parceria com a corretora ModalMais para que alem da isenção da corretagem para essa classe de ativo, tenha um custo reduzido também para o mercado de ações.

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Artigo - Conheça a conta sem fronteira do TransferWise



Já pensou se você tivesse uma única conta bancária em que fosse possível guardar dinheiro em 28 moedas diferentes? E melhor: imagina poder usar seu cartão de débito em mais de 40 países ! Surreal, não é?

Mas esse sonho virou realidade. As tecnologias e inovações das empresas do setor financeiro finalmente avançaram e estão investindo pesado para que essa ideia vire realidade para toda a população.


Bancos do Futuro
O futuro dos bancos já é digital. As contas digitais que não cobram tarifas para as transações estão ganhando espaço. Não apenas pela taxa zero, mas pela facilidade em aderir e utilizar o serviço.


Dinheiro sem fronteiras
A Transferwise lançou um novo produto que vai facilitar a vida de – praticamente – todo o mundo.

Este novo produto é a conta Borderless , voltada para pessoas que precisam usar dinheiro no exterior e até receber e enviar valores em diferentes moedas.


Como funciona?
É como ter uma conta local em cada canto do mundo, todas conectadas. A conta multi moeda permite utilizar o dinheiro em 28 moedas diferentes e converte o valor sempre que necessário.

Se você ainda não conhece a empresa, veja como a TransferWise funciona.


Conversão em 28 moedas



Pense em viajar com apenas UM cartão de débito que converta seu dinheiro nas seguintes moedas:

  • Dirham dos Emirados Árabes Unidos (AED);
  • Dólar australiano (AUD);
  • Dolar canadense (CAD);
  • Lev búlgaro (BGN);
  • Franco suíço (CHF);
  • Coroa checa (CZK);
  • Coroa dinamarquesa (DKK);
  • Euro ( EUR);
  • Libra esterlina (GBP);
  • Lari georgiano (GEL);
  • Dólar de Hong Kong (HKD);
  • Kuna croata (HRK);
  • Florim húngaro (HUF);
  • Shekel Novo israelita (ILS);
  • Iên (JPY);
  • Xelim queniano (KES);
  • Peso mexicano (MXN);
  • Coroa noruegues (NOK);
  • Dólar neozelandês (NZD);
  • Novo sol (PEN);
  • Zloti polaco (PLN);
  • Leu romeno (RON);
  • Coroa sueca (SEK);
  • Dólar de Singapura (SGD);
  • Lira turca (TRY);
  • Hryvnia ucraniano (UAH);
  • Dólar norte-americano (USD);
  • Rand sul-africano (ZAR).
Ufa. São muitas. Mas está previsto para estender este serviço para mais outras moedas.




Dados bancários internacionais em um único clique



O legal é que você também obtém seus próprios números de conta pessoal e códigos de bancários do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália e Europa.

Ou seja, na mesma conta você terá:

  • Número bancário australiano e código BSB;
  • Número bancária britânico;
  • IBAN (número bancário Europeu);
  • Número bancário norte americano e routing number.
E esses números de conta podem ser fornecidos a qualquer um nos EUA, no Reino Unido, na Zona Euro e na Austrália como se você estivesse lá, com zero taxas. É como se você fosse um usuário local utilizando o serviço bancário, como qualquer outro local.

Futuramente, a empresa promete adicionar números bancários de outros países a essa conta.


Em outras palavras
O presidente da empresa, Hinrikus, explicou o funcionamento da conta: “Você pode ter dinheiro em 28 moedas na conta TransferWise, mas se não tiver dinheiro com a moeda que está gastando, então o serviço converterá automaticamente de uma forma que seja mais barata para você. Então, nós escolheremos qual dos seus saldos existentes será mais barato para trocar para a moeda que você está gastando “.


E os valores?
Diferentemente das contas bancárias tradicionais, este tipo de conta funciona como uma conta digital: zero taxas por mês. Funciona como as contas bancárias modernas. Para entender melhor como funcionam, sugiro ler sobre o Banco N26.


Zero custo
O serviço também não adicionará nenhum custo de abertura de conta ou até mesmo para transferências bancárias. E não cobrará para adicionar dinheiro à conta. Ainda permite retiradas grátis nos caixas eletrônicos de até £ 200 / mês.


Facilidades da conta digital
As novas modalidades de contas, trazem muitos benefícios para o usuário.

A facilidade de aderir a conta é um dos benefícios. Abrir a conta é gratuito e rápido e pode ser feito online.

O melhor deles é ter um banco na palma da mão. Todo o trâmite pode ser feito pelo navegador do seu computador ou por aplicativo no celular.


Cartão de débito
Em breve, o modo débito da sua conta poderá ser utilizada em qualquer lugar do mundo. E a bandeira utilizada pelo serviço é a Mastercard, também sem taxas para o usuário. O único valor cobrado será uma pequena taxa de conversão de moeda, entre 0,35% e 1%.


Tecnologia financeira para todos
Infelizmente os cartões de débito ainda não estão liberados para todos os usuários. Apenas os usuários convidados podem utilizar este método de pagamento. Mas imagine poder viajar com a tranquilidade de saber que o seu próprio cartão vai poder ser utilizado em 28 moedas diferentes.


Sem fronteiras
A conta borderless vai abrir portas para diversas facilidades. Mas tenho curiosidade mesmo é em utilizar o cartão de cartão de débito.


Como começar? 
Basta clicar em uma das imagens acima para acessar o site do serviço e criar sua conta gratuitamente.



Fonte: EuroDicas 








Video - VGBL x PGBL - Previdência Privada




Ficou mais claro, não?
Didática é essencial para entender as partes mais complexas do material das provas da ANBIMA. Parte de previdencia é um dos grandes 'fantasmas' da prova.



Certificado na mão em 15 dias?
O professor Tiago transformou essa necessidade das pessoas em das metas de seus cursos. Se ainda precise 'testar' mais um pouco a simplicidade com que ele traduz os tópicos da prova, clique no link ao lado para ver outros videos (Canal do Youtube).

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Feliz Dia das Mães Bancárias

ou Feliz dia daquela que passou a vida toda investindo em você!


Se atente as novas regras do FGC




O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) é um velho conhecido de investidores da caderneta de poupança e de alguns produtos de renda fixa, já que é este fundo que garante a segurança do investimento em produtos cobertos no caso de falência bancária.

No final de 2017, no entanto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou mudanças importantes para o FGC. A principal alteração foi a implementação de um teto máximo de garantia de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ para investimentos cobertos pelo fundo.



Fundo Garantidor de Crédito: o que é?

O Fundo Garantidor de Crédito  é uma associação sem fins lucrativos que tem como principal objetivo proteger os investidores de possíveis riscos financeiros que possam incidir sobre os investimentos cobertos pelo fundo. O principal risco é o de falência das instituições financeiras.

O FGC – como é conhecido pela maior parte dos investidores – foi criado na década de 1990 pelos próprios bancos atuantes no mercado nacional e garante, até os dias de hoje, aplicações financeiras que possam depender da credibilidade do emissor, seja para pessoas físicas ou para investidores pessoa jurídica.

As regras antigas do FGC

Até meados de dezembro de 2017, o Fundo Garantidor de Crédito garantia investimento de até R$ 250 mil por CPF por instituição financeira. Isso significava que, caso um investidor tivesse um valor máximo de R$ 250 mil aplicado em produtos cobertos pelo fundo, ele estaria 100% coberto pelo FGC – não importava a quantidade de aportes que possuía.

Em tese, esta regra oferecia uma garantia ilimitada, já que o investidor poderia realizar infinitos aportes – se assim desejasse – e estaria coberto em todos eles, desde que respeitasse o limite de R$ 250 mil por aplicação por instituição financeira. Se você tivesse uma quantia de R$ 2,5 milhões em Certificado de Depósito Bancário (CDB) dividida igualmente entre 10 instituições distintas, por exemplo, estaria totalmente coberto pelo fundo.

As regras do FGC, no entanto, foram alteradas pelo CMN no final de dezembro do ano passado. Confira abaixo as principais mudanças no fundo para novos investimentos:

As novas regras do FGC

Com as mudanças aprovadas no final do ano passado, o FGC oferece ao investidor agora uma garantia com limite máximo de R$ 1 milhão globais por CPF ou CNPJ com validade de quatro anos. Na prática, a cobertura deixa de ser ilimitada.

Em regras gerais, isso significa que, se um investidor receber R$ 250 mil do fundo por conta da falência do banco no qual possui recursos garantidos pelo FGC, ele terá seu limite global garantido pelo fundo reduzido para R$ 750 mil pelos próximos quatro anos.

Caso haja novo recebimento de valores cobertos pelo fundo neste prazo, o limite global garantido sofrerá novo recuo, que será reestabelecido somente passado o prazo de quatro anos estabelecido pelo CMN. A contagem do período de quatro anos tem início na data da liquidação – ou intervenção – na instituição onde o investidor possuir valores garantidos pelo FGC.

Mas é preciso ter atenção a um detalhe no que se refere às novas regras do FGV: o limite de R$ 250 mil garantidos por CPF por instituição, apesar da implementação do limite global de R$ 1 milhão, continua em vigor. Isso quer dizer que um investidor que realizar aportes superiores a R$ 250 mil em apenas uma instituição só terá seus investimentos assegurados pelo fundo no limite máximo de R$ 250 mil – respeitando sempre o limite global de R$ 1 milhão.

É importante lembrar que, apesar de já estar em vigor, as novas regras do FGC não são válidas para todos os investidores. Os investimentos contratados até 21 de dezembro de 2017 – data da aprovação das alterações no FGC – continuam sendo garantidos pelas regras antigas do fundo.

Benefício para não-residentes

O CMN também decidiu alterar as regras de cobertura para não residentes e estender a garantia global de R$ 1 milhão por investidor a poupadores que não residem no Brasil. Nas regras anteriores, não-residentes sequer possuíam o direito de contar com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito.

Desde o final de 2017, portanto, quem não reside no Brasil mas possui investimentos por aqui que são garantidos pelo FGC pode contar com a mesma proteção de investidores residente.

Quais aplicações são garantidas pelo Fundo?

As alterações no FGC não se estenderam às aplicações garantidas, que continuam sendo as mesmas. Os depósitos em conta corrente, caderneta de poupança, CDBs (Certificados de Depósito Bancários), LCIs e LCAs (Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio), LCs (Letras de Câmbio), RDBs (Recibo de Depósito Bancário), entre outras operações compromissadas em ativos emitidos após a data de 8 de março de 2012 continuam protegidos pelo fundo.

E você, possui investimentos cobertos pelo FGC? O que achou das alterações nas regras do fundo? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião conosco!

Fonte: blog renda Fixa



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Como Aumentar Muito a Produtividade nos Estudos


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